sábado, 23 de outubro de 2010



No princípio, criou Deus os céus e a terra.
A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas.

Disse Deus: Haja luz; e houve luz.
E viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas.
Chamou Deus à luz Dia e às trevas, Noite. Houve tarde e manhã, o primeiro dia.
E disse Deus: Haja firmamento no meio das águas e separação entre águas e águas.
Fez, pois, Deus o firmamento e separação entre as águas debaixo do firmamento e as águas sobre o firmamento. E assim se fez.
E chamou Deus ao firmamento Céus. Houve tarde e manhã, o segundo dia.
Disse também Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num só lugar, e apareça a porção seca. E assim se fez.
À porção seca chamou Deus Terra e ao ajuntamento das águas, Mares. E viu Deus que isso era bom.
E disse: Produza a terra relva, ervas que dêem semente e árvores frutíferas que dêem fruto segundo a sua espécie, cuja semente esteja nele, sobre a terra. E assim se fez.
A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo a sua espécie e árvores que davam fruto, cuja semente estava nele, conforme a sua espécie. E viu Deus que isso era bom.
Houve tarde e manhã, o terceiro dia.
Disse também Deus: Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais, para estações, para dias e anos.
E sejam para luzeiros no firmamento dos céus, para alumiar a terra. E assim se fez.
Fez Deus os dois grandes luzeiros: o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite; e fez também as estrelas.
E os colocou no firmamento dos céus para alumiarem a terra,
para governarem o dia e a noite e fazerem separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom.
Houve tarde e manhã, o quarto dia.
Disse também Deus: Povoem-se as águas de enxames de seres viventes; e voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus.
Criou, pois, Deus os grandes animais marinhos e todos os seres viventes que rastejam, os quais povoavam as águas, segundo as suas espécies; e todas as aves, segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.
E Deus os abençoou, dizendo: Sede fecundos, multiplicai-vos e enchei as águas dos mares; e, na terra, se multipliquem as aves.
Houve tarde e manhã, o quinto dia.
Disse também Deus: Produza a terra seres viventes, conforme a sua espécie: animais domésticos, répteis e animais selváticos, segundo a sua espécie. E assim se fez.
E fez Deus os animais selváticos, segundo a sua espécie, e os animais domésticos, conforme a sua espécie, e todos os répteis da terra, conforme a sua espécie. E viu Deus que isso era bom.
Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra.
Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra.
E disse Deus ainda: Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a terra e todas as árvores em que há fruto que dê semente; isso vos será para mantimento.
E a todos os animais da terra, e a todas as aves dos céus, e a todos os répteis da terra, em que há fôlego de vida, toda erva verde lhes será para mantimento. E assim se fez.
Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia.

(Gênesis 1)

O Deus criador de todas as coisas te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!

Entendi...



Entendi que para ter sol, não é preciso não ter nuvens...
Que para voar, não é preciso ter asas...
Que para sonhar, não é preciso dormir...
Que para querer, não há limites...

Entendi que para cantar, não precisa ser afinado...

Que para saber, nem sempre precisa perguntar...
Que para ter fé, não é preciso explicar...
Que para chorar, não é preciso doer...

Entendi que para dizer, não basta falar...

Que para sentir, basta um coração...
Que para beijar, pode ser com os olhos...
Que sorrir, pode começar de uma lágrima...

Entendi que, contra toda lógica, o tempo pode parar...

Que para sempre, pode ser dois segundos ou menos...
Que para agir, pensar pode travar...
Que para viver, não é preciso ter tempo...

Entendi que estar não é o mesmo que ser...

Que para conquistar, às vezes só depende da espera...
Que derrubar, pode ser construindo...
Que para chegar, correr pode atrapalhar...

Entendi que não preciso entender tudo...

Que para ser feliz, não preciso de bons motivos...
Que para fazer calar, não é preciso ter razão...
Que ter medo, pode ser com muita coragem...

Entendi que paradoxo tem outro lado ou não...

Que para ser maluco, não precisa ser da cabeça...
Que para ganhar, pode ser perdendo...
Que cobrar, pode ser a forma de perder tudo...

Entendi que perdoar todo dia é o mínimo para ser perdoado também...

Que para ser eu mesmo, preciso me colocar no lugar do outro...
Que para fazer um amigo, não é preciso ser um outro eu...
Que persistir, é o jeito de encontrar o caminho...

Entendi que a distância é um conceito nada matemático...

Que para se estar longe, pode ser de mãos dadas...
Que para ficar perto, só é preciso imaginar...
Que para amar, não precisa de mais nada...


Autor: Pablo Massolar

Um dia vi Deus na chuva


Um dia vi Deus na chuva, não era um dia especial aquele, estava em meus afazeres no trabalho, não estava pensando em nada especial, apenas parei de varrer para ir ver uma chuva forte que caia, me debrucei sobre a vassoura e olhei para a chuva e de repente tive paz, tinha mais gente ali, mas não parecia, parecia ser só eu, eu e a chuva, eu e o som da chuva, e essa paz foi aumentando e aumentando, ai vi Deus na chuva, não sei como vi, não vi a imagem, mas sabia por onde Ele estava passando, sabia a largura de seus passos, sabia que Ele estava ali, andando na chuva... Simples assim, não havia mais nada acontecendo, Ele não veio me fazer uma revelação, Ele não veio me fazer promessas, Ele nem falou comigo, eu só o vi ali, e ainda o vi sem ver, só sabia o que estava acontecendo, fiquei ali o vendo passear, não sei se mais alguém o viu, mas eu vi, eu vi Deus na chuva...
Que eu possa vê-lo na chuva mais vezes... E que tenha mais encontros pessoais, onde nada além de simples presença ocorra... E que dessa vez eu possa correr para a chuva, pra ficar com Ele, sem fazer nada além de estar com Ele...

Por Renata Cruz

Cristianismo na China


Fontes oficiais de pesquisa mostram que quase um em cada três chineses descrevem a si mesmo como religiosos. Um número surpreendente para um país oficialmente ateu, onde a religião era proibida até três décadas atrás. O governo chinês reconhece oficialmente cinco religiões: Protestantismo, catolicismo, budismo, Islamismo e Taoísmo.Nos ultimos 30 anos de reformas econômicas, a China viveu uma explosão de fé. O maior crescimento foi registrado no cristianismo, mesmo com a luta do governo para controlá-lo.

Esta igreja ao leste do País é um reduto protestante. Centenas de cristãos se reúnem em torno de mesas circulares para almoçar. Enquanto o pastor dá graças pelo alimento, todos permanecem de cabeça baixa.



A igreja reserva uma data especial para aconselhar casais. É uma celebração anual da fé e da comunidade. Milhares de pessoas de dezenas de aldeias próximas, se dirigem ao templo localizado cerca de 300 Km de Xangai. Entre eles está Yao Hong, uma mulher de 38 anos de idade, que se tornou cristã há quase duas décadas, buscando conforto depois que seu marido a traiu. Ela acredita que é patriótico ser cristão. "Deus está agindo aqui na China", diz ela, apontando para o simples lugar de reuniões, em uma caverna. "As igrejas dos E.U e da Inglaterra são ricas, o Evangelho é avançado, então eu oro para a China", e completa: " Aqui se você tem problemas, eles ajudam com dinheiro, material ou ajuda espiritual, sua igreja é como sua família".
Yao Hong

Pastor Ni, é lider de uma igreja que congrega muitas anciãs que se acomodam nos bancos duros: "Elas contam histórias das recompensas da fé e da oração como curas de doenças que terminaram com surras de seus maridos".
Zonas Cinzentas.

Ninguém sabe exatamente quantos cristãos existem na população chinesa de 1,3 bilhão de pessoas. Há uma estimativa de 21 milhões, sancionadas pelo governo como auto-movimento-patriótico, mas ninguém sabe porque existem muitos protestantes em igrejas não registradas. Algumas pesquisas recentes têm calculado que poderia haver mais de 100 milhões de chinese protestantes. Isso significa que a China tem mais cristãos do que membros do partido comunista, que agora alcançou o número de 75 milhões. A constituição da China protege a liberdade religiosa, mas o proselitismo em locais públicos é proibido. No entanto, as zonas cinzentas estão crescendo cada vez mais.


Jerusalém da China

A cidade costeira de  Wenzhou, na província de Zhejiang é conhecida como "Jerusalém da China". Possui mais de 1.000 igrejas e pelo menos 12% da população é cristã. É também uma das cidades mais ricas na China, onde as empresas privadas estão crescendo. Estes dois fatores representam uma tendência recente: O empresário cristão ou, como são chamados em Wenzhou, o "patrão cristão".



O maior "patrão cristão" de Wenzhou é um homem chamado Zheng Shengtao. Para ele, a prosperidade foi uma benção vinda de Deus. seu começo de vida foi humilde: Entregando mercadorias em uma moto de três rodas. Naquela época, as empresas privadas eram proibidas, e em 1983 suas tentativas de ganhar dinheiro o levaram a prisão."Naquela época eu comecei a pensar em Jesus o dia inteiro e orava para Ele vir me buscar o mais rapidamente". A experiência convenceu-o a se tornar um devoto cristão.

Ele foi classificado pela revista Forbes como um dos homens mais ricos da China, com lucros estimados em 400 milhões. O milionário cristão credita a Deus seu sucesso: "temos que ser o sal da terra, não subornar funcionários, nem fazer produtos falsificados, não prejudicar clientes ou fazer fraudes fiscais. A riqueza não pertence a nós. Nós somos apenas como bancários. É Deus que dá a você a carreira e a riqueza e pede para gerenciá-los"

Jovens cristãos




 Em um sermão, um jovem missionário faz referências oblíquas ao materialismo desenfreado, a corrupção e as disparidades de riqueza imensa entre ricos e pobres. "Na China, um monte de ateus  tratam o dinheiro como seu Deus,  Mas, na verdade, só em Deus podemos encontrar a verdadeira liberdade."  Antigamente podia se ver jovens chineses espalhados por todo o campo do comunismo. Agora eles estão espalhando a Palavra de Deus.

Parte de Documentário: "In The Land Of Mao, Uma Crescente Onda de Cristianismo, organizado por:Ariana Lindquist, Louisa Lim e Dukehart Coburn para o npr

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Imagens para refletirmos




"Atos Proféticos"

 Autor :   Pr. Renato Vargens
Apesar de alguns evangélicos afirmarem que o Brasil experimenta um grande avivamento, vivemos dias extremamente complicados. Infelizmente a cada dia que passa, eis que surgem retumbante nesta terra tupiniquim devastadoras heresias.

Em Curitiba, um grupo de irmãos, liderado pelo pastor da igreja, entendeu que deveria demarcar seu território com urina, como fazem os leões e lobos. Após beberem muita água para encher bem a bexiga, seguiram para pontos estratégicos da cidade e passaram a URINAR decretando a vitória do Senhor. Numa cidade do norte do Estado do Rio de Janeiro, um pastor resolveu confrontar o “padroeiro” do município. Para tal, ele vestiu-se de branco, colocou uma coroa na cabeça, montou em um cavalo também branco, escreveu na sua coxa rei dos reis e adentrou as portas da cidade dizendo que a partir daquele instante o padroeiro daquele lugar não era mais são Jorge e sim Jesus Cristo.

O Ministério apostólico Libertador de Israel nos mostra outros tipos de atos proféticos:

- Cortar fios ou fitas, simbolizando a destruição de redes de tráfico e crime organizado.
- Quebrar botija, simbolizando a quebra de sistemas mundanos.
- Jogar flechas
- Sentar em torno de uma mesa, simbolizando a restauração familiar.
- Arrancar e plantar árvores, simbolizando retirada dos maus frutos e começo dos bons.
- Enterrar e desenterrar dinheiro, simbolizando arrancar os tesouros escondidos.
- Orar em frente a grandes bancos, ordenando a liberação financeira.
- Ungir em frente a locais de idolatria.
- Fincar estacas demarcando limites para conquista
- Dar sete voltas em torno de locais a serem conquistados.
- Rasgar papéis que simbolizam contratos espirituais.
- Marchas proféticas delimitando territórios.

Caro leitor, vamos combinar uma coisa? Esse povo ensandeceu! Eu não consigo imaginar Paulo e Pedro agindo desta maneira. Sinceramente eu não sei de onde esses caras tiram essas idéias! Ora, isso está mais para macumba do que para Cristianismo. Prezado amigo o evangelho de Cristo é simples (2 Co 11.3,4). Nossa missão é orar e jejuar, amar e estudar a Palavra de Deus, além de anunciar com intrepidez a mensagem da cruz ao mundo perdido (1 Co 1.18,22,23; 2.1-5). Nada além disso!

Sem a menor sombra de dúvidas as praticas litúrgicas dos neopentecostais fazem-nos por um momento pensar que regressamos aos tenebrosos dias da idade média, onde o misticismo, a “mercantilização” da fé, bem como as manipulações religiosas por parte de pseudo-apóstolos, se mostram presentes. Confesso que não sei aonde vamos parar. Ao ler aberrações como as narradas acima, sinto-me profundamente inquieto com os rumos da igreja brasileira.

Isto posto, faço minhas as palavras do reformador alemão Martinho Lutero:

"Fiz uma aliança com Deus: que Ele não me mande visões, sonhos, nem mesmo anjos. Estou satisfeito com o dom das Escrituras Sagradas, que me dão instrução abundante e tudo oque preciso conhecer tanto para esta vida quanto para o que há de vir"

O reformador João Calvino costumava dizer que o verdadeiro conhecimento de Deus está na Bíblia, e de que ela é o escudo que nos protege do erro.

Em tempos difíceis como o nosso precisamos regressar à Palavra de Deus, fazendo dela nossa única regra de fé, prática e comportamento, até porque, somente assim conseguiremos corrigir as distorções evangélicas que tanto nos tem feito ruborizar.

Pense nisso!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Edir Macedo A favor do aborto

É meus amados muitos falsos profetas tem se levantado. Isso é tudo o que tenho de dizer, pois o próprio video diz tudo.


quarta-feira, 6 de outubro de 2010

A beleza dos dias comuns

Luís Eduardo Machado
JesusSite

No final do dia, o marido se dirige à esposa e diz: "Hoje foi um daqueles terríveis dias comuns".

Acho muito interessante como temos uma visão errada sobre os "dias comuns".

Dias comuns são aqueles dias em que tudo foi exatamente como sempre havia sido antes. Normalmente eles são reconhecidos como tediosos e maçantes.

Prefiro observar os "dias comuns" de forma diferente (até porque a maior parte dos nossos dias são "comuns", se eles forem chatos, a nossa vida tende a ser uma chatice só!).

Para mim, os "dias comuns" têm grande valor. Quer ver?

* nos dias comuns eu não estou doente nem estou com dor (quando tenho alguma dor, o dia não é um dia comum).

* nos dias comuns ninguém que eu amo faleceu ou está muito doente (quando alguém que eu amo está sofrendo, os dias não são comuns).

* nos dias comuns não perco o meu emprego.

* nos dias comuns a minha vida não está envolvida em nenhum escândalo ou catástrofe.

* nos dias comuns as pessoas que eu amo também me amam e não estão "de mal" comigo.

* nos dias comuns eu não passo fome e nem frio.

* nos dias comuns eu não participo das guerras e nem vejo a morte bem perto de mim.

* nos dias comuns o sol não provocou uma seca e nem a chuva provocou uma enchente.

* nos dias comuns não sou assaltado nem seqüestrado.

* nos dias comuns os amigos não me traem.

* nos dias comuns estou em paz.


Viu? Dias comuns podem se tornar tediosos, mas dias "especiais" (não comuns), podem ser muito difíceis e sofridos. Por isso, prefiro os dias comuns e escolho valorizá-los.

Há alguns dias atrás tive um problema de saúde. Passei mal e tive dor. Nesse momento, fiquei lembrando do dia anterior... um "dia comum".

No ordinário dos "dias comuns" eu vejo a mão de Deus. Por isso, sou grato pela beleza dos "dias comuns".

EU Quero ser Protestante

Pr. Renato Vargens
www.igrejadaalianca.com

Como todos sabemos, o termo protestante, deixou de ser usado pela maioria esmagadora das pessoas em nossos dias. Na verdade, tanto a sociedade brasileira como a mídia, nos denominam de "crentes", ou como ultimamente temos ouvido, de "evangélicos". Entretanto, por mais representativas que sejam tais definições, nenhuma delas se compara ao termo "protestante".

A palavra protestante deriva do latim, cuja preposição PRO, significa "para", e o infinitivo TESTARE, representa "testemunho". Um protestante, em outras palavras, é uma testemunha. Na verdade, podemos afirmar categoricamente que um protestante é uma testemunha viva de Jesus Cristo e da Palavra de Deus.

O protestantismo, não é meramente o protesto contra a corrupção eclesiástica e o falso ensinamento católico do século XVI; é muito mais do que isso. Ser protestante, é viver debaixo de um avivamento integral, é resgatar os valores indispensáveis a fé bíblica através da Palavra, é proclamar incondicionalmente a mensagem da graça de Deus em Cristo Jesus.

Ah, meu amigo, confesso que não agüento mais a efervescência da graça barata, o mercantilismo gospel, a banalização da fé. Não agüento mais, as loucuras e os atos proféticos feitos em nome de Deus, não suporto mais o aparecimento das mais diversas unções em nossos arraiais; isso sem falar da hierarquização do reino, onde apóstolos, paiostolos, príncipes e reis, têm oprimido substancialmente o povo do Senhor.

Chega! Basta! Quero viver e pregar o evangelho integral, quero ver uma igreja, santa, ética, justa e profética, quero ver uma igreja, que não se corrompe diante loucuras dessa era, quero ver uma igreja reformada e reformando, quero ver uma igreja PROTESTANTE!

SOLA SCRIPTURA, SOLA GRATIA, SOLA FIDE, SOLI DEO.


Pr. Renato Vargens
Estrada Washington Luiz, 383.
Pendotiba - Niterói –RJ – Brasil
21-8187-7399 ou 21-2616-3770
renatovargens@igrejadaalianca.com
www.igrejadaalianca.com

Igreja Cristã da Aliança
Uma Igreja com Ideais

sábado, 2 de outubro de 2010

Clamor Pelas nações - Meu desejo

Adormecido na luz

Irmãos eu sinseramente fico muito triste com a minha "igreja", por qual motivo é mais importante gastar com festas, com reformas, com construções, etc. Qual motivo de gastar milhões por coisas fúteis, onde está a prioridade da igreja. O que é importante para ela?

Para onde vão as aves - Sérgio Lopes

Quando eu chorar - Sergio Lopes

Josué Rodrigues - Olho o Mar

Simplismente linda.

É Proibido Pensar - João Alexandre

Música muito legal, algo para pensar.
obs.:Algumas imagens eu não concordo, mas sim toda a letra.


Tudo é Vaidade - João Alexandre

Se você tiver um tempinho veja este video.


O Tapeceiro - João Alexandre

Algumas imagens












quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Josué Rodrigues - Rios de Babilônia

NÃO TENHAS SOBRE TI (MILAD)

Nada contra as músicas atuais, mas as antigas falam mais profundamente em nossos corações com letras edificantes. Pois em meu ponto de vista limitado, de 15 anos para trás ser músico evangelico não era status e nem dava tanto lucro quanto hoje, então ser desse ramo era difícil, era para quem tinha chamado mesmo, que amava a obra.






Se você concorda ou discorda deixe o seu comentário.

Uma Dicotomia Enganadora

Por Dr. Jónatas E. M. Machado, Universidade de Coimbra, Portugal

Onde estavas tu quando eu criei a Terra? Diz-me, se tens entendimento! Jó, 38:4
Os céus e a Terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar. Marcos 13: 31

O pensamento moderno sublinha a dicotomia epistemológica entre a Bíblia - do domínio da subjetividade, da fé e da moralidade - e a ciência - com autoridade no plano da realidade objetiva. Para este entendimento, a ciência preocupa-se, acima de tudo, com os fatos, ao passo que a fé releva no domínio simbólico da interpretação subjetiva desses fatos. Em outras palavras, a ciência seria o domínio por excelência das afirmações de fato, ao passo que a fé seria um campo reservado à interpretação e à formulação de juízos de valor. Repare-se que esta divisão de tarefas é manifestamente assimétrica, na medida em que remete para a ciência a definição do que seja o conhecimento daquilo que objetivamente existe, deixando para a religião uma função meramente especulativa e interpretativa, subjetiva, em torno do significado das coisas.
A ciência tem assim uma preponderância natural sobre a religião. Aquela é objetiva e sólida, ao passo que esta é subjetiva e precária. A primeira preocupa-se com a realidade e a segunda com sentimentos e crenças. No mundo real elas nunca se encontram, porque estão em esferas diferentes. De acordo com este entendimento, todos teriam racionalmente que aceitar os dados objetivos da ciência, ficando a religião reservada às mentes mais débeis e carentes ou mais dadas a emoções subjectivas1. Assim, todos teriam que acreditar na evolução (facto científico objetivo obrigatório), mas os crentes sempre poderiam dizer, à margem de qualquer evidência empírica, que Deus conduziu o processo de evolução, ou até que Deus é a evolução (crença religiosa subjetiva facultativa).
O Criacionismo Bíblico rejeita liminarmente esta divisão epistêmica de tarefas entre a ciência e a fé por ser manifestamente improcedente e falaciosa, particularmente no que diz respeito à questão das origens2. Ela dá como demonstrado o que ainda é preciso demonstrar. Com efeito, longe de se esgotar na produção de afirmações de fato, a ciência assenta largamente na interpretação e na especulação (v.g. tudo começou com um Big Bang; a vida surgiu por acaso de uma sopa pré-biótica; as aves evoluíram de dinossauros ou de pequenos répteis). Por sua vez, a religião também pretende fazer afirmações de fato (v.g. Deus é o autor da vida; Deus criou plantas, animais e o ser humano, praticamente ao mesmo tempo e segundo a sua espécie; o dilúvio do Génesis foi real e global) 3. Vejamos mais de perto esta questão, pensando especificamente no cristianismo e no darwinismo.
Quanto ao primeiro, a Bíblia, desde o Gênesis ao Apocalipse, afirma que é a Palavra de Deus verbalmente inspirada, tendo sido sempre considerada como tal pelos judeus (quanto ao Velho Testamento) e pelos cristãos 4. Jesus afirmou que as suas palavras são mais sólidas e duradouras do que os próprios céus e a Terra. A palavra do Criador é digna de toda a confiança. Porque assim é, a Bíblia nunca se coloca no domínio da pura interpretação subjetiva de fatos5. Bem pelo contrário, a validade das mais importantes doutrinas bíblicas apoia-se em fatos objetivos (criação; queda; dilúvio global; dispersão; aliança; êxodo; nascimento, morte e ressurreição de Jesus) cuja explicação só pode ser encontrada, não na regularidade das leis naturais, mas na ação extraordinária de Deus, o qual também criou essas leis. Na Bíblia os fatos são importantes porque mostram a ação providencial de Deus na história humana e as doutrinas são dignas de crédito precisamente porque se apoiam em fatos objectivos e não em mitos ou “fábulas engenhosas”.6
Na Bíblia é claro que os milagres de Jesus são autênticos e testemunham da Sua qualidade de Criador. A ressurreição física de Cristo é igualmente um fato histórico con creto, sem o qual a fé não tem sentido. Tentar desmitificar ou encontrar explicações científicas para estes e outros milagres que a Bíblia relata é passar totalmente ao lado da verdade fundamental que a Bíblia visa transmitir: o Universo foi criado por um Deus pessoal que intervém ativamente na história do Homem - criado à Sua imagem e semelhança - que, por causa do pecado da humanidade, encarnou na pessoa de Jesus Cristo para redimir o mundo através da Sua morte e ressurreição!7 Se os fatos mencionados pelo relato bíblico não são verdadeiros, a história da salvação deixa de ter sentido. Isto mesmo sustentou o Apóstolo Paulo: “se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé”.8
Por sua vez, o darwinismo, longe de se apoiar numa análise neutra e objectiva dos fatos, é fundamentalmente interpretação.9 Os registos históricos mais antigos que se conhecem têm cerca de quatro mil e quinhentos anos. São dessa era as civilizações mais antigas. Para além desse limite, a reconstituição historiográfica dos acontecimentos é feita com base em extrapolações, alicerçadas em pressupostos e modelos teóricos pré-concebidos, hoje predominantemente de matriz evolucionista. Sucede que nunca ninguém viu a sopa prébiótica, nem tão pouco um dinossauro a transformar-se em ave há cerca de 100 milhões de anos atrás. Do mesmo modo, nem os fósseis nem as rochas sedimentares trazem inscrita a sua idade, sendo datados com base nas premissas (evolucionistas) adotadas desde o início. Ora, não existe uma máquina que nos permita viajar no tempo e assim confirmar de forma absolutamente correcta as conclusões que aqui e agora tiramos acerca do passado distante. Mesmo as tentativas de observar o passado a partir das investigações astronômicas supõem a aceitação de premissas sobre a velocidade da luz.10
Do mesmo modo, as “provas” da evolução deduzidas pela Teoria da Evolução da homologia genética ou estrutural e funcional que se observa entre as diferentes espécies de animais, não passam de uma interpretação, sendo certo que o Criacionismo Bíblico utiliza os mesmos fatos para corroborar a sua crença num Criador comum. Aliás, o próprio Ernst Mayr reconheceu expressamente, na entrevista acima mencionada**, o amplo lastro interpretativo e especulativo que permeia todo o seu trabalho. Muitos dos “fatos” a que a darwinismo faz referência não passam de construções intelectuais feitas a partir de modelos, ou resultantes da assunção de premissas, pré-concebidos. Uma coisa é certa: os fatos com que os evolucionistas e os criacionistas se defrontam são exactamente os mesmos. A interpretação desses fatos é que difere, em função das premissas e dos modelos explicativos e preditivos de que ambos partem.
Assim, a ideia de que a religião e a ciência constituem dois “magistérios não sobreponíveis” (Stephen Jay Gold)11, na sua aparente plausibilidade, peca, numa avaliação condescendente, por ser demasiado ingênua e simplista. Em rigor, como veremos adiante, a mesma está longe de ser inocente. Acresce que a referida dicotomia epistêmica, além de ser má para a religião, tem também efeitos nefastos para a própria ciência. Com efeito, ao remeter para a religião o exclusivo da reflexão em torno da origem sobrenatural do Universo, aquela delimitação de tarefas vincula a ciência, de forma inexorável, a premissas teóricas e metodológicas de base estritamente naturalista e materialista, as quais se têm vindo a revelar insuficientes para explicar o mundo tal como existe. Se o Universo tiver sido o resultado de um design inteligente, hipótese que a ciência não pode descartar a priori, então uma metodologia estritamente naturalista, no pior sentido da palavra, estará impedida de explicar todas as suas características.
A ciência das origens não pretende responder apenas à questão de saber “como é que o Universo surgiu por acaso?”, mas sim “como é que o Universo surgiu?”. Diante desta questão o acaso é apenas uma das respostas teorética e cientificamente possíveis. A necessidade e o design inteligente são outras. Não há qualquer razão para excluir a priori qualquer destas respostas. Se isso acontecer, a evolução aleatória será estabelecida como verdade estipulativa, por definição, tornando-se imune a qualquer crítica. A Teoria da Evolução e o Criacionismo Bíblico pretendem responder à mesma questão a partir da análise dos mesmos fatos, mas com base em postulados diferentes. O que está em causa, em última análise, não é um conflito entre ciência e fé, mas sim entre duas religiões ou visões do mundo substancialmente diferentes: a visão naturalista e a visão bíblica.12 Esta última fornece um quadro explicativo e preditivo muito mais consistente com os dados empíricos observáveis.

Referências

1. Philip Johnson, Objections Sustained, Subversive Essays on Evolution, Law and Culture, Interevarsity Press, 1998, 67ss.
2. Jonathan Sarfati, Refuting Evolution, 15ª Reimp. Master Books, 2003, 15ss.
3. Henry Morris, The Genesis Record, Baker Book House, Grand Rapids, Michigan, 1976, 22ss.
4. Charles C. Ryrie, A Survey of Bible Doctrine, Chicago, Moody, 1972, 38; Henry Morris, Biblical Creationism, What Each Book of the Bible Teaches About Creation and the Flood, Master Books, 2000, 3ss.
5. Jonathan Sarfati, Refuting Compromise, Masterbooks, 2004, 35ss.
6. II Pedro 1:16.
7. João 3:16.
8. I Coríntios 15:14.
9. Duane T. Gish, Evolution: The Fossils Still Say No!, ICR, 1995, 1ss.
10. Sarfati, Refuting Compromise..., cit., 65 ss.
11. Stephen Jay Gould, Rocks of Ages: Science and Religion in the Fullness of Life, Ballantine, 1999, 49ss.
12. Isto mesmo é reconhecido pelo filósofo evolucionista Michael Ruse, The Evolution- Creation Struggle, Cambridge, Harvard University Press, 2005, 287, afirmando: “My area of expertise is the clash between evolutionists and creationists, and my analysis is that we have no simple clash between science and religion but rather between two religions.”

* Este artigo é parte de um estudo completo do Dr. Jónatas E. M. Machado, publicado na Revista do Centro Acadêmico de Democracia Cristã “ESTUDOS”, Nova Série N° 2, Coimbra, Portugal, Junho 2004:107-166.

** “Ernst Mayr é particularmente claro quanto a este ponto. Para ele, a ciência fornece um quadro objectivo muito diferente do relato do Génesis. Em seu entender1 , podemos conservar e apreciar estas histórias da criação como parte da nossa herança cultural, mas voltamo-nos para a ciência quando queremos aprender a verdade real sobre a história do mundo.” Ernst Mayr, What Evolution Is, Basic Books, New York, 2001, 5.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

O Paradigma Naturalista e a Proposta Criacionista

 Por Dr. Jónatas E. M. Machado, Universidade de Coimbra, Portugal



Charles Darwin
Charles Darwin
As propostas científicas baseiam-se em pressupostos estabelecidos por cientistas, os quais, sendo seres humanos, estão sujeitos tanto as tendências quanto as preferências pessoais. Um certo número de cientistas com as mesmas inclinações pode estabelecer não somente um paradigma científico como também toda uma metodologia para avaliá-lo.
Homens como Lyell, Darwin, Huxley, Haeckel, Oparin, Miller, Gould, Dawkins e muitos outros têm apoiado a posição que a ciência deve ser necessariamente naturalista.
Esta visão, que atualmente é em termos práticos global dentro da ciência, desconsidera qualquer formulação que apresente uma causa sobrenatural como explicação de fenômenos explícitos ou implícitos como a origem e o desenvolvimento da vida e do universo (entendese aqui por sobrenatural, uma causa que vá além da matéria, energia, espaço e tempo). Segundo esta posição, a “verdadeira ciência” só pode ser naturalista. Portanto, qualquer proposta que não seja naturalista, não poderá ser considerada científica. Do ponto de vista ideológico, é importante  observar que tal naturalismo não é neutro. Ele toma uma posição bem definida quanto a natureza da natureza”, a saber, uma compreensão estritamente física e materialista da natureza, excluindo a possibilidade de que a mesma tenha uma dimensão não material (como informação,  planejamento, design, etc).
Decorrente deste raciocínio, a possibilidade de uma criação sobrenatural é totalmente rejeitada logo de início, não por questões científicas mas sim ideológicas, deixando assim a única possibilidade admissível a de uma evolução cósmica e biológica aleatória.
Assim sendo, não é a pesquisa científica que demonstra a veracidade da evolução, mas sim a pressuposta “veracidade” da evolução, decorrente do paradigma naturalista, que determina quais fatos devem ser considerados verdadeiros e científicos e quais não.
Pode-se observar que, partindo-se do modelo naturalista, que exclui a priori causas sobrenaturais (como um design inteligente), a evolução cósmica e biológica passa a ser “verdadeira” mesmo antes dela ter sido avaliada empiricamente.
Sendo a evolução aleatória considerada como “verdade”, automaticamente concluise que a Terra deve ser muito antiga. Isto porque a proposta de uma Terra jovem não seria compatível com a idéia de uma evolução aleatória. Novamente percebe-se que esta é uma conclusão a priori. Pode-se notar aqui, que se as pesquisas e observações feitas por um cientista apontassem para uma Terra jovem, inevitavelmente isto comprometeria a evolução aleatória, e pelo paradigma naturalista, o tal deveria ser considerado falso ou não científico.
Assim, qualquer observação empírica, que aponte para uma Terra jovem (seja por meio de um desing inteligente ou uma criação inteligente e intencional), forçosamente teria que ser considerada como errada ou fora do domínio da ciência, por colocar em questionamento a antiguidade da Terra.
Isto significa que todas as evidências precisam ser selecionadas, interpretadas e organizadas de tal forma que sejam compatíveis com a premissa naturalista, e que forçosamente levem à posição de uma evolução aleatória, tanto da vida quando do universo, e da antiguidade da Terra. Essa tendência é facilmente detectada através da utilização contínua de premissas uniformitaristas, como taxas de erosão e de deposição de sedimentos, velocidade de deslocamento das placas continentais, e outras tais, para estabelecer a idade da Terra.
Invitavelmente, aceitando-se a priori como “verdadeira” a evolução aleatória tanto da vida como do cosmos, e por conseqüência uma Terra muito antiga, o próximo passo é aceitar como “verdadeiro” um Universo extremamente antigo.
Outra vez, teorias e pesquisas que possam ser chamadas “científicas” devem produzir uma data antiga para o universo, a fim de corroborarem com as premissas naturalistas.
Se pesquisas precisam produzir resultados admissíveis que corroboram com as premissas naturalistas, o “verdadeiro” cientista, que por definição deve ser um naturalista, não tem nenhuma outra alternativa a não ser a de confirmar as premissas naturalista e os “fatos” que elas estabelecem.
Assim sendo, não existe nenhuma alternativa científica que possa ser aceita pelos adeptos da posição científica atual, àquilo que foi previamente estabelecido pelas premissas naturalistas. Só os mais ingênuos do ponto de vista epistemológico, é que ficam impressionados pelo fato da “ciência” confirmar sistematicamente essas premissas em todas as disciplinas.
Caso um experimento, observação, ou ainda uma teoria não corrobore com as premissas naturalistas, por introduzir elementos não aleatórios, demonstrando uma inteligência sobrenatural, inevitavelmente deixará de ser considerado científico.
Na ciência de hoje, o paradigma naturalista determina a priori as evidências, os métodos e até mesmo os resultados “cientificamente corretos”, antes mesmo do trabalho científico iniciar-se.
Três conclusões práticas podem ser derivadas desde posicionamento atual chamado “científico”:
1. Todo o conhecimento científico está fortemente condicionado à cosmovisão naturalista, o que impossibilita e reprime possíveis teorias que ofereçam explicações de caráter científico para situações não observadas como a da origem da vida, da Terra e do Universo (como por exemplo a teoria do Design Inteligente).
2. A menos que premissas não naturalistas sejam igualmente aceitas, não será possível demonstrar ou até mesmo refutar a teoria da evolução cósmica e biológica, juntamente com o seu corolário obrigatório da antiguidade da Terra e do Universo.
3. Dizer que o Criacionismo e o Design Inteligente não são posicionamentos científicos pelo fato deles não utilizarem-se das premissas naturalistas, não é uma avaliação correta e justa, dentro de qualquer contexto intelctual.
Tal posicionamento é uma expressão da preferência pelas premissas naturalistas e não pela pesquisa científica.

Referências

Para maiores informações sobre este assunto ler o artigo “Garbage ‘In”, Garbage ‘Out’”, do Dr. Jónatas E. M. Machado, Universidade de Coimbra, Portugal. O artigo pode ser encontrado na revista Universo Em Debate, (Associação Brasileira da Pesquisa Criacionista) Ano 1, Edição 1, p.5-7,15. (http://abpc.impacto.org e http://www.impacto.org.br/)

Alfaiate

Algumas imagens


Crescer na graça

Uma casa nova

Glória de Deus

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Desunião



NOSSAS IGEJAS FALAM DE UNIÃO, DE COMUNHÃO, MAS REALIZÃO O OPOSTO, FALAM DE UM SÓ CORPO, MAS A BOCA MORDE A MÃO, A MÃO SOCA O ESTÔMAGO E ASSIM VAI ADIANTE (OS QUE LÊEM A BÍBLIA ENTEDERAM A FIGURAÇÃO), FAZEM APENAS COISAS SUPERFICIAS E COM ISSO ACHAM QUE ESTÁ BOM, UM CONGRESSO DISTRITAL AQUI OUTRO ALI, UMA RASGAÇÃO DE SEDA NO PULPITO PARA A OUTRA IGREJA OU PASTOR E TA TUDO BEM, MAS DISPUTAM ACIRRADAMENTE OS "MELHORES LOCAIS DE SE FAZER UMA IGREJA", QUANDO NÃO FAZEM CAMPANHAS PARA MUDAREM IRMÃOS DE OUTRAS IGREJAS PARA AS SUAS.


QUANDO NÃO SÃO AS LUTAS INTERNAS POR PODER DE LÍDERES, QUE ALMEJAM RECONHECIMENTO HUMANO E BENS, LARGANDO A PREOCUPAÇÃO PELOS FERIDOS,


TODA ESSA DISPUTA INTERNA E EXTERNA (ENTENDA-SE POR UMA DISPUTA INTERDENOMINACIONAL OU MESMO DENOMINACIONAL, MAS ENTRE TEMPLOS), FAZ-ME LEMBRAR DE UMA HISTÓRIO QUE LI EM UM LIVRO (QUANDO OS ANJOS SILENCIARAM) DE UM RAPAZ QUE EM UMA QUEDA VIOLENTA TEVE O PULMÃO PERFURADO, COSTELAS QUEBRADAS E LESÕES INTERNAS. PROSTRADO EM UMA SALA DE PRONTO-SOCORRO, QUASE INCONSCIENTE, ELE TALVEZ TENHA IMAGINADO QUE A SITUAÇÃO NÃO PODERIA PIORAR AINDA MAIS.


MAS PIOROU.


DEITADO EM SEU LEITO, VIU OS DOIS MÉDICOS RESPONSÁVEIS POR ELE DISCU­TINDO PARA SABER QUEM COLOCARIA UM TUBO DENTRO DE SEU PEITO ESMAGADO. A DISCUSSÃO PASSOU PARA A AGRESSÃO FÍSICA E UM DOS MÉDICOS AMEAÇOU CHA­MAR A POLÍCIA PARA RETIRAR O COLEGA DO LOCAL.


"POR FAVOR, SALVEM MINHA VIDA", IMPLOROU O JOVEM ENQUANTO OS MÉDI­COS LUTAVAM AO LADO DELE.


OS DOIS MÉDICOS ESTAVAM DISCUTINDO SOBRE PROCEDIMENTOS. ENQUANTO BRIGAVAM, DOIS OUTROS COLEGAS ASSUMIRAM A RESPONSABILIDADE PELO PACIEN­TE E SALVARAM SUA VIDA.


ATITUDES DE CERTAS IGREJAS E LIDERES ASSEMELHAM-SE MUITO A ESSA CENA, NÃO HÁ PREOCUPAÇÃO PELA ALMA ABATIDA, MAS SIM PELA FAMA.


UMA IGREJA ESTA FIRMADA EM UM LOCAL A ANOS E NÃO FAZ TRABALHOS DE EVANGELIZAÇÃO SERIOS (ATE MESMO NÃO FAZ DE NENHUM TIPO), DERREPENTE OUTRO IGREJA DE DENOMINAÇÃO DIFERENTE SE ESTABELE PROXIMA A ELA E OS LIDERES DA ANTIGA COMEÇÃO A FICAR PREOCUPADOS COM SUA PRESENÇA, CRIAM PLANOS PARA DEFENDER SEU “TERRITORIO” E ENTÃO COMEÇAM A FAZER CULTOS NA RUA E DEMAIS FORMAS DE EVANGELISMO.


ORA ISSO NÃO SE TORNOU UMA DISPUTA PARA A ANTIGA IGREJA? ESSA É A FORMA CORRETA OU O MOTIVO CORRETO DE FAZER A OBRA DE DEUS?


TUDO NÃO PASSA DE NÚMEROS, AS ALMAS NÃO POSSUEM MAS NOMES. ENTÃO QUE ESPERANÇA TERÁ AS POBRES ALMAS DOENTES, COMO O RAPAZ DA HISTORIA ANTERIOR.


A NÃO SER QUE OS OUTROS MEDICOS QUE ASSISTEM A CENA NÃO FIQUEM PARADOS, ESPERANDO QUEM VAI GANHAR, PARA QUE O “VENCEDOR” AJUDE O PACIENTE. INTERVENHAM NA CITUAÇÃO, NÃO HAVERÁ ESPERANÇA PAROS OS FERIDOS.


DEVEMOS INTERVIR NESSE CAOS. NÃO PODEMOS FICAR PARADOS, VENDO PACIENTES MORREREM POR MOTIVOS FÚTEIS DE NOSSOS LIDERES, MAS SIM PAGAR O PREÇO, SOFRERMOS SE NECESSARIO FOR PARA AJUDAR OS NOSSOS PACIENTES ATÉ MESMO PELOS DOS OUTROS. NÃO FIQUEMOS PARADOS COMO ESPECTADORES VENDO ESSA LUTA BIZARRA QUE SE REALIZA, MAS VENHAMOS A INTERVIM NA SITUAÇÃO, MAS PARA ISSO NÃO PODEMOS FAZER “CORPO MOLE”, DEVEMOS SER CRITICOS. “CHATOS”, PEGAJOSOS, E ACIMA DE TUDO ZELOSOS PARA COM O NOSSO SENHOR.



“Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado”. Tg 4.17


                                                                                         por Jonathas Brito da Silva

Insignificâncias

“Algum tempo atrás ouvi uma canção de Dennis Tice que mostra o absurdo de brigar por insignificâncias. Com a permissão do autor, quero que você também a conheça. Você vai adorar o título: "Será que Adão e Eva tinham umbigos?" (Did Adam and Eve Have Navelsi).






Adão e Eva tinham umbigos ou só uma marca no lugar?


Os outros ficam acordados à noite ou só eu fico?


Pensando nessa questão que atormenta a humanidade


Hummmmmmmmmmmmmm!


O umbigo faz parte da criação, como pude ser tão cego?


Vou fundar uma igreja e falar dessa minha doutrina


Porque Adão e Eva tinham umbigos e serei capaz de provar.


Sei que "Deus é amor" e "Jesus salva", mas o que dizer sobre essa verdade?


Encontrei a resposta no ano passado em 1 João capítulo 2:


Procure a verdade, a verdade o libertará,


Espere em Deus com toda a sinceridade


E assim alcançará o mais alto posto no Cristianismo.


Quando você se tornar um umbiguista, seus olhos finalmen­te verão


Que Adão e Eva tinham umbigos, é o que lhe digo agora


Sim, estou me preocupando com bobagens por Jesus e isso é bom,


Estou levando você a enxergar o que você não consegue,


Estou me preocupando com bobagens por Jesus para ter mais espiritualidade,


Contei essa verdade a todo mundo e o umbiguismo se ex­pandiu.


Milhares de crentes estão se fortalecendo (porque também prego sobre a salvação)


Mas a Igreja está se dividindo por bobagens,


Os umbigos de Adão e Eva eram internos ou externos, o que isso importava para eles?7






Os cristãos que se preocupam com ninharias acabam destruindo igrejas.”






Trecho retirado da obra “QUANDO OS ANJOS SILENCIARAM” de MAX LUCADO

Postagem inicial (Luz e Sal da Terra)

            Olá a todos, este é o primeiro artigo postado no Igreja Ativa.

      Onde está a luz e o sal? Será que não ouvimos os gemidos, pedidos do Espírito?  Não nos sensibilizamos com sua dor? Ele está clamando para sua igreja não se calar e estamos  ignorando-o, falamos que amamos Deus, que Jesus é tudo para nós, mas fechamos nossos ouvido para seu Espírito.
   Ele não estar atrás de meros espectadores, mas de valentes que mudem o rumo de vidas, nem medíocres que pensam que o simples fato de dizer que o amam agrada-no, muito menos de pessoas que se contentam em chorar todos os cultos, o Espírito está atrás daqueles que querem entregar suas vidas por completo e que buscam isso.
   Devemos parar de ouvir os nossos próprios pensamentos, desejos, sonhos, para ouvir a voz do Santíssimo que clama a nós, Sua Igreja. Você não consegue ou não pode ouvir, sentir sua voz, sua tristeza? Como, se Ele habita em nós? Devemos nos esforçar um pouco mais para escutarmos seu gemido dentro do nosso espírito. Temos que fazer o máximo possível por aquele que investe em nossas vidas, sermos seus amigos para escutarmos Suas decepções, alegrias.
   Não devemos nos calar se não o Espírito Procurará alguém que o ouça e aquilo que Ele tinha para nós dará a outro que O queira a esses Ele se revelará profundamente.
   A fé sem obras é morta. Nunca é muito, sempre é pouco.