quinta-feira, 30 de setembro de 2010
NÃO TENHAS SOBRE TI (MILAD)
Nada contra as músicas atuais, mas as antigas falam mais profundamente em nossos corações com letras edificantes. Pois em meu ponto de vista limitado, de 15 anos para trás ser músico evangelico não era status e nem dava tanto lucro quanto hoje, então ser desse ramo era difícil, era para quem tinha chamado mesmo, que amava a obra.
Se você concorda ou discorda deixe o seu comentário.
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Uma Dicotomia Enganadora
Por Dr. Jónatas E. M. Machado, Universidade de Coimbra, Portugal
Onde estavas tu quando eu criei a Terra? Diz-me, se tens entendimento! Jó, 38:4
Os céus e a Terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar. Marcos 13: 31
O pensamento moderno sublinha a dicotomia epistemológica entre a Bíblia - do domínio da subjetividade, da fé e da moralidade - e a ciência - com autoridade no plano da realidade objetiva. Para este entendimento, a ciência preocupa-se, acima de tudo, com os fatos, ao passo que a fé releva no domínio simbólico da interpretação subjetiva desses fatos. Em outras palavras, a ciência seria o domínio por excelência das afirmações de fato, ao passo que a fé seria um campo reservado à interpretação e à formulação de juízos de valor. Repare-se que esta divisão de tarefas é manifestamente assimétrica, na medida em que remete para a ciência a definição do que seja o conhecimento daquilo que objetivamente existe, deixando para a religião uma função meramente especulativa e interpretativa, subjetiva, em torno do significado das coisas.
A ciência tem assim uma preponderância natural sobre a religião. Aquela é objetiva e sólida, ao passo que esta é subjetiva e precária. A primeira preocupa-se com a realidade e a segunda com sentimentos e crenças. No mundo real elas nunca se encontram, porque estão em esferas diferentes. De acordo com este entendimento, todos teriam racionalmente que aceitar os dados objetivos da ciência, ficando a religião reservada às mentes mais débeis e carentes ou mais dadas a emoções subjectivas1. Assim, todos teriam que acreditar na evolução (facto científico objetivo obrigatório), mas os crentes sempre poderiam dizer, à margem de qualquer evidência empírica, que Deus conduziu o processo de evolução, ou até que Deus é a evolução (crença religiosa subjetiva facultativa).
O Criacionismo Bíblico rejeita liminarmente esta divisão epistêmica de tarefas entre a ciência e a fé por ser manifestamente improcedente e falaciosa, particularmente no que diz respeito à questão das origens2. Ela dá como demonstrado o que ainda é preciso demonstrar. Com efeito, longe de se esgotar na produção de afirmações de fato, a ciência assenta largamente na interpretação e na especulação (v.g. tudo começou com um Big Bang; a vida surgiu por acaso de uma sopa pré-biótica; as aves evoluíram de dinossauros ou de pequenos répteis). Por sua vez, a religião também pretende fazer afirmações de fato (v.g. Deus é o autor da vida; Deus criou plantas, animais e o ser humano, praticamente ao mesmo tempo e segundo a sua espécie; o dilúvio do Génesis foi real e global) 3. Vejamos mais de perto esta questão, pensando especificamente no cristianismo e no darwinismo.
Quanto ao primeiro, a Bíblia, desde o Gênesis ao Apocalipse, afirma que é a Palavra de Deus verbalmente inspirada, tendo sido sempre considerada como tal pelos judeus (quanto ao Velho Testamento) e pelos cristãos 4. Jesus afirmou que as suas palavras são mais sólidas e duradouras do que os próprios céus e a Terra. A palavra do Criador é digna de toda a confiança. Porque assim é, a Bíblia nunca se coloca no domínio da pura interpretação subjetiva de fatos5. Bem pelo contrário, a validade das mais importantes doutrinas bíblicas apoia-se em fatos objetivos (criação; queda; dilúvio global; dispersão; aliança; êxodo; nascimento, morte e ressurreição de Jesus) cuja explicação só pode ser encontrada, não na regularidade das leis naturais, mas na ação extraordinária de Deus, o qual também criou essas leis. Na Bíblia os fatos são importantes porque mostram a ação providencial de Deus na história humana e as doutrinas são dignas de crédito precisamente porque se apoiam em fatos objectivos e não em mitos ou “fábulas engenhosas”.6
Na Bíblia é claro que os milagres de Jesus são autênticos e testemunham da Sua qualidade de Criador. A ressurreição física de Cristo é igualmente um fato histórico con creto, sem o qual a fé não tem sentido. Tentar desmitificar ou encontrar explicações científicas para estes e outros milagres que a Bíblia relata é passar totalmente ao lado da verdade fundamental que a Bíblia visa transmitir: o Universo foi criado por um Deus pessoal que intervém ativamente na história do Homem - criado à Sua imagem e semelhança - que, por causa do pecado da humanidade, encarnou na pessoa de Jesus Cristo para redimir o mundo através da Sua morte e ressurreição!7 Se os fatos mencionados pelo relato bíblico não são verdadeiros, a história da salvação deixa de ter sentido. Isto mesmo sustentou o Apóstolo Paulo: “se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé”.8
Por sua vez, o darwinismo, longe de se apoiar numa análise neutra e objectiva dos fatos, é fundamentalmente interpretação.9 Os registos históricos mais antigos que se conhecem têm cerca de quatro mil e quinhentos anos. São dessa era as civilizações mais antigas. Para além desse limite, a reconstituição historiográfica dos acontecimentos é feita com base em extrapolações, alicerçadas em pressupostos e modelos teóricos pré-concebidos, hoje predominantemente de matriz evolucionista. Sucede que nunca ninguém viu a sopa prébiótica, nem tão pouco um dinossauro a transformar-se em ave há cerca de 100 milhões de anos atrás. Do mesmo modo, nem os fósseis nem as rochas sedimentares trazem inscrita a sua idade, sendo datados com base nas premissas (evolucionistas) adotadas desde o início. Ora, não existe uma máquina que nos permita viajar no tempo e assim confirmar de forma absolutamente correcta as conclusões que aqui e agora tiramos acerca do passado distante. Mesmo as tentativas de observar o passado a partir das investigações astronômicas supõem a aceitação de premissas sobre a velocidade da luz.10
Do mesmo modo, as “provas” da evolução deduzidas pela Teoria da Evolução da homologia genética ou estrutural e funcional que se observa entre as diferentes espécies de animais, não passam de uma interpretação, sendo certo que o Criacionismo Bíblico utiliza os mesmos fatos para corroborar a sua crença num Criador comum. Aliás, o próprio Ernst Mayr reconheceu expressamente, na entrevista acima mencionada**, o amplo lastro interpretativo e especulativo que permeia todo o seu trabalho. Muitos dos “fatos” a que a darwinismo faz referência não passam de construções intelectuais feitas a partir de modelos, ou resultantes da assunção de premissas, pré-concebidos. Uma coisa é certa: os fatos com que os evolucionistas e os criacionistas se defrontam são exactamente os mesmos. A interpretação desses fatos é que difere, em função das premissas e dos modelos explicativos e preditivos de que ambos partem.
Assim, a ideia de que a religião e a ciência constituem dois “magistérios não sobreponíveis” (Stephen Jay Gold)11, na sua aparente plausibilidade, peca, numa avaliação condescendente, por ser demasiado ingênua e simplista. Em rigor, como veremos adiante, a mesma está longe de ser inocente. Acresce que a referida dicotomia epistêmica, além de ser má para a religião, tem também efeitos nefastos para a própria ciência. Com efeito, ao remeter para a religião o exclusivo da reflexão em torno da origem sobrenatural do Universo, aquela delimitação de tarefas vincula a ciência, de forma inexorável, a premissas teóricas e metodológicas de base estritamente naturalista e materialista, as quais se têm vindo a revelar insuficientes para explicar o mundo tal como existe. Se o Universo tiver sido o resultado de um design inteligente, hipótese que a ciência não pode descartar a priori, então uma metodologia estritamente naturalista, no pior sentido da palavra, estará impedida de explicar todas as suas características.
A ciência das origens não pretende responder apenas à questão de saber “como é que o Universo surgiu por acaso?”, mas sim “como é que o Universo surgiu?”. Diante desta questão o acaso é apenas uma das respostas teorética e cientificamente possíveis. A necessidade e o design inteligente são outras. Não há qualquer razão para excluir a priori qualquer destas respostas. Se isso acontecer, a evolução aleatória será estabelecida como verdade estipulativa, por definição, tornando-se imune a qualquer crítica. A Teoria da Evolução e o Criacionismo Bíblico pretendem responder à mesma questão a partir da análise dos mesmos fatos, mas com base em postulados diferentes. O que está em causa, em última análise, não é um conflito entre ciência e fé, mas sim entre duas religiões ou visões do mundo substancialmente diferentes: a visão naturalista e a visão bíblica.12 Esta última fornece um quadro explicativo e preditivo muito mais consistente com os dados empíricos observáveis.
Referências
1. Philip Johnson, Objections Sustained, Subversive Essays on Evolution, Law and Culture, Interevarsity Press, 1998, 67ss.
2. Jonathan Sarfati, Refuting Evolution, 15ª Reimp. Master Books, 2003, 15ss.
3. Henry Morris, The Genesis Record, Baker Book House, Grand Rapids, Michigan, 1976, 22ss.
4. Charles C. Ryrie, A Survey of Bible Doctrine, Chicago, Moody, 1972, 38; Henry Morris, Biblical Creationism, What Each Book of the Bible Teaches About Creation and the Flood, Master Books, 2000, 3ss.
5. Jonathan Sarfati, Refuting Compromise, Masterbooks, 2004, 35ss.
6. II Pedro 1:16.
7. João 3:16.
8. I Coríntios 15:14.
9. Duane T. Gish, Evolution: The Fossils Still Say No!, ICR, 1995, 1ss.
10. Sarfati, Refuting Compromise..., cit., 65 ss.
11. Stephen Jay Gould, Rocks of Ages: Science and Religion in the Fullness of Life, Ballantine, 1999, 49ss.
12. Isto mesmo é reconhecido pelo filósofo evolucionista Michael Ruse, The Evolution- Creation Struggle, Cambridge, Harvard University Press, 2005, 287, afirmando: “My area of expertise is the clash between evolutionists and creationists, and my analysis is that we have no simple clash between science and religion but rather between two religions.”
* Este artigo é parte de um estudo completo do Dr. Jónatas E. M. Machado, publicado na Revista do Centro Acadêmico de Democracia Cristã “ESTUDOS”, Nova Série N° 2, Coimbra, Portugal, Junho 2004:107-166.
** “Ernst Mayr é particularmente claro quanto a este ponto. Para ele, a ciência fornece um quadro objectivo muito diferente do relato do Génesis. Em seu entender1 , podemos conservar e apreciar estas histórias da criação como parte da nossa herança cultural, mas voltamo-nos para a ciência quando queremos aprender a verdade real sobre a história do mundo.” Ernst Mayr, What Evolution Is, Basic Books, New York, 2001, 5.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
O Paradigma Naturalista e a Proposta Criacionista
Por Dr. Jónatas E. M. Machado, Universidade de Coimbra, Portugal
Charles Darwin | As propostas científicas baseiam-se em pressupostos estabelecidos por cientistas, os quais, sendo seres humanos, estão sujeitos tanto as tendências quanto as preferências pessoais. Um certo número de cientistas com as mesmas inclinações pode estabelecer não somente um paradigma científico como também toda uma metodologia para avaliá-lo. Homens como Lyell, Darwin, Huxley, Haeckel, Oparin, Miller, Gould, Dawkins e muitos outros têm apoiado a posição que a ciência deve ser necessariamente naturalista. Esta visão, que atualmente é em termos práticos global dentro da ciência, desconsidera qualquer formulação que apresente uma causa sobrenatural como explicação de fenômenos explícitos ou implícitos como a origem e o desenvolvimento da vida e do universo (entendese aqui por sobrenatural, uma causa que vá além da matéria, energia, espaço e tempo). Segundo esta posição, a “verdadeira ciência” só pode ser naturalista. Portanto, qualquer proposta que não seja naturalista, não poderá ser considerada científica. Do ponto de vista ideológico, é importante observar que tal naturalismo não é neutro. Ele toma uma posição bem definida quanto a natureza da natureza”, a saber, uma compreensão estritamente física e materialista da natureza, excluindo a possibilidade de que a mesma tenha uma dimensão não material (como informação, planejamento, design, etc). Decorrente deste raciocínio, a possibilidade de uma criação sobrenatural é totalmente rejeitada logo de início, não por questões científicas mas sim ideológicas, deixando assim a única possibilidade admissível a de uma evolução cósmica e biológica aleatória. Assim sendo, não é a pesquisa científica que demonstra a veracidade da evolução, mas sim a pressuposta “veracidade” da evolução, decorrente do paradigma naturalista, que determina quais fatos devem ser considerados verdadeiros e científicos e quais não. Pode-se observar que, partindo-se do modelo naturalista, que exclui a priori causas sobrenaturais (como um design inteligente), a evolução cósmica e biológica passa a ser “verdadeira” mesmo antes dela ter sido avaliada empiricamente. Sendo a evolução aleatória considerada como “verdade”, automaticamente concluise que a Terra deve ser muito antiga. Isto porque a proposta de uma Terra jovem não seria compatível com a idéia de uma evolução aleatória. Novamente percebe-se que esta é uma conclusão a priori. Pode-se notar aqui, que se as pesquisas e observações feitas por um cientista apontassem para uma Terra jovem, inevitavelmente isto comprometeria a evolução aleatória, e pelo paradigma naturalista, o tal deveria ser considerado falso ou não científico. Assim, qualquer observação empírica, que aponte para uma Terra jovem (seja por meio de um desing inteligente ou uma criação inteligente e intencional), forçosamente teria que ser considerada como errada ou fora do domínio da ciência, por colocar em questionamento a antiguidade da Terra. Isto significa que todas as evidências precisam ser selecionadas, interpretadas e organizadas de tal forma que sejam compatíveis com a premissa naturalista, e que forçosamente levem à posição de uma evolução aleatória, tanto da vida quando do universo, e da antiguidade da Terra. Essa tendência é facilmente detectada através da utilização contínua de premissas uniformitaristas, como taxas de erosão e de deposição de sedimentos, velocidade de deslocamento das placas continentais, e outras tais, para estabelecer a idade da Terra. Invitavelmente, aceitando-se a priori como “verdadeira” a evolução aleatória tanto da vida como do cosmos, e por conseqüência uma Terra muito antiga, o próximo passo é aceitar como “verdadeiro” um Universo extremamente antigo. Outra vez, teorias e pesquisas que possam ser chamadas “científicas” devem produzir uma data antiga para o universo, a fim de corroborarem com as premissas naturalistas. Se pesquisas precisam produzir resultados admissíveis que corroboram com as premissas naturalistas, o “verdadeiro” cientista, que por definição deve ser um naturalista, não tem nenhuma outra alternativa a não ser a de confirmar as premissas naturalista e os “fatos” que elas estabelecem. Assim sendo, não existe nenhuma alternativa científica que possa ser aceita pelos adeptos da posição científica atual, àquilo que foi previamente estabelecido pelas premissas naturalistas. Só os mais ingênuos do ponto de vista epistemológico, é que ficam impressionados pelo fato da “ciência” confirmar sistematicamente essas premissas em todas as disciplinas. Caso um experimento, observação, ou ainda uma teoria não corrobore com as premissas naturalistas, por introduzir elementos não aleatórios, demonstrando uma inteligência sobrenatural, inevitavelmente deixará de ser considerado científico. Na ciência de hoje, o paradigma naturalista determina a priori as evidências, os métodos e até mesmo os resultados “cientificamente corretos”, antes mesmo do trabalho científico iniciar-se. Três conclusões práticas podem ser derivadas desde posicionamento atual chamado “científico”: 1. Todo o conhecimento científico está fortemente condicionado à cosmovisão naturalista, o que impossibilita e reprime possíveis teorias que ofereçam explicações de caráter científico para situações não observadas como a da origem da vida, da Terra e do Universo (como por exemplo a teoria do Design Inteligente). 2. A menos que premissas não naturalistas sejam igualmente aceitas, não será possível demonstrar ou até mesmo refutar a teoria da evolução cósmica e biológica, juntamente com o seu corolário obrigatório da antiguidade da Terra e do Universo. 3. Dizer que o Criacionismo e o Design Inteligente não são posicionamentos científicos pelo fato deles não utilizarem-se das premissas naturalistas, não é uma avaliação correta e justa, dentro de qualquer contexto intelctual.Tal posicionamento é uma expressão da preferência pelas premissas naturalistas e não pela pesquisa científica. ReferênciasPara maiores informações sobre este assunto ler o artigo “Garbage ‘In”, Garbage ‘Out’”, do Dr. Jónatas E. M. Machado, Universidade de Coimbra, Portugal. O artigo pode ser encontrado na revista Universo Em Debate, (Associação Brasileira da Pesquisa Criacionista) Ano 1, Edição 1, p.5-7,15. (http://abpc.impacto.org e http://www.impacto.org.br/) |
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Desunião
NOSSAS IGEJAS FALAM DE UNIÃO, DE COMUNHÃO, MAS REALIZÃO O OPOSTO, FALAM DE UM SÓ CORPO, MAS A BOCA MORDE A MÃO, A MÃO SOCA O ESTÔMAGO E ASSIM VAI ADIANTE (OS QUE LÊEM A BÍBLIA ENTEDERAM A FIGURAÇÃO), FAZEM APENAS COISAS SUPERFICIAS E COM ISSO ACHAM QUE ESTÁ BOM, UM CONGRESSO DISTRITAL AQUI OUTRO ALI, UMA RASGAÇÃO DE SEDA NO PULPITO PARA A OUTRA IGREJA OU PASTOR E TA TUDO BEM, MAS DISPUTAM ACIRRADAMENTE OS "MELHORES LOCAIS DE SE FAZER UMA IGREJA", QUANDO NÃO FAZEM CAMPANHAS PARA MUDAREM IRMÃOS DE OUTRAS IGREJAS PARA AS SUAS.
QUANDO NÃO SÃO AS LUTAS INTERNAS POR PODER DE LÍDERES, QUE ALMEJAM RECONHECIMENTO HUMANO E BENS, LARGANDO A PREOCUPAÇÃO PELOS FERIDOS,
TODA ESSA DISPUTA INTERNA E EXTERNA (ENTENDA-SE POR UMA DISPUTA INTERDENOMINACIONAL OU MESMO DENOMINACIONAL, MAS ENTRE TEMPLOS), FAZ-ME LEMBRAR DE UMA HISTÓRIO QUE LI EM UM LIVRO (QUANDO OS ANJOS SILENCIARAM) DE UM RAPAZ QUE EM UMA QUEDA VIOLENTA TEVE O PULMÃO PERFURADO, COSTELAS QUEBRADAS E LESÕES INTERNAS. PROSTRADO EM UMA SALA DE PRONTO-SOCORRO, QUASE INCONSCIENTE, ELE TALVEZ TENHA IMAGINADO QUE A SITUAÇÃO NÃO PODERIA PIORAR AINDA MAIS.
MAS PIOROU.
DEITADO EM SEU LEITO, VIU OS DOIS MÉDICOS RESPONSÁVEIS POR ELE DISCUTINDO PARA SABER QUEM COLOCARIA UM TUBO DENTRO DE SEU PEITO ESMAGADO. A DISCUSSÃO PASSOU PARA A AGRESSÃO FÍSICA E UM DOS MÉDICOS AMEAÇOU CHAMAR A POLÍCIA PARA RETIRAR O COLEGA DO LOCAL.
"POR FAVOR, SALVEM MINHA VIDA", IMPLOROU O JOVEM ENQUANTO OS MÉDICOS LUTAVAM AO LADO DELE.
OS DOIS MÉDICOS ESTAVAM DISCUTINDO SOBRE PROCEDIMENTOS. ENQUANTO BRIGAVAM, DOIS OUTROS COLEGAS ASSUMIRAM A RESPONSABILIDADE PELO PACIENTE E SALVARAM SUA VIDA.
ATITUDES DE CERTAS IGREJAS E LIDERES ASSEMELHAM-SE MUITO A ESSA CENA, NÃO HÁ PREOCUPAÇÃO PELA ALMA ABATIDA, MAS SIM PELA FAMA.
UMA IGREJA ESTA FIRMADA EM UM LOCAL A ANOS E NÃO FAZ TRABALHOS DE EVANGELIZAÇÃO SERIOS (ATE MESMO NÃO FAZ DE NENHUM TIPO), DERREPENTE OUTRO IGREJA DE DENOMINAÇÃO DIFERENTE SE ESTABELE PROXIMA A ELA E OS LIDERES DA ANTIGA COMEÇÃO A FICAR PREOCUPADOS COM SUA PRESENÇA, CRIAM PLANOS PARA DEFENDER SEU “TERRITORIO” E ENTÃO COMEÇAM A FAZER CULTOS NA RUA E DEMAIS FORMAS DE EVANGELISMO.
ORA ISSO NÃO SE TORNOU UMA DISPUTA PARA A ANTIGA IGREJA? ESSA É A FORMA CORRETA OU O MOTIVO CORRETO DE FAZER A OBRA DE DEUS?
TUDO NÃO PASSA DE NÚMEROS, AS ALMAS NÃO POSSUEM MAS NOMES. ENTÃO QUE ESPERANÇA TERÁ AS POBRES ALMAS DOENTES, COMO O RAPAZ DA HISTORIA ANTERIOR.
A NÃO SER QUE OS OUTROS MEDICOS QUE ASSISTEM A CENA NÃO FIQUEM PARADOS, ESPERANDO QUEM VAI GANHAR, PARA QUE O “VENCEDOR” AJUDE O PACIENTE. INTERVENHAM NA CITUAÇÃO, NÃO HAVERÁ ESPERANÇA PAROS OS FERIDOS.
DEVEMOS INTERVIR NESSE CAOS. NÃO PODEMOS FICAR PARADOS, VENDO PACIENTES MORREREM POR MOTIVOS FÚTEIS DE NOSSOS LIDERES, MAS SIM PAGAR O PREÇO, SOFRERMOS SE NECESSARIO FOR PARA AJUDAR OS NOSSOS PACIENTES ATÉ MESMO PELOS DOS OUTROS. NÃO FIQUEMOS PARADOS COMO ESPECTADORES VENDO ESSA LUTA BIZARRA QUE SE REALIZA, MAS VENHAMOS A INTERVIM NA SITUAÇÃO, MAS PARA ISSO NÃO PODEMOS FAZER “CORPO MOLE”, DEVEMOS SER CRITICOS. “CHATOS”, PEGAJOSOS, E ACIMA DE TUDO ZELOSOS PARA COM O NOSSO SENHOR.
“Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado”. Tg 4.17
por Jonathas Brito da Silva
Insignificâncias
“Algum tempo atrás ouvi uma canção de Dennis Tice que mostra o absurdo de brigar por insignificâncias. Com a permissão do autor, quero que você também a conheça. Você vai adorar o título: "Será que Adão e Eva tinham umbigos?" (Did Adam and Eve Have Navelsi).
Adão e Eva tinham umbigos ou só uma marca no lugar?
Os outros ficam acordados à noite ou só eu fico?
Pensando nessa questão que atormenta a humanidade
Hummmmmmmmmmmmmm!
O umbigo faz parte da criação, como pude ser tão cego?
Vou fundar uma igreja e falar dessa minha doutrina
Porque Adão e Eva tinham umbigos e serei capaz de provar.
Sei que "Deus é amor" e "Jesus salva", mas o que dizer sobre essa verdade?
Encontrei a resposta no ano passado em 1 João capítulo 2:
Procure a verdade, a verdade o libertará,
Espere em Deus com toda a sinceridade
E assim alcançará o mais alto posto no Cristianismo.
Quando você se tornar um umbiguista, seus olhos finalmente verão
Que Adão e Eva tinham umbigos, é o que lhe digo agora
Sim, estou me preocupando com bobagens por Jesus e isso é bom,
Estou levando você a enxergar o que você não consegue,
Estou me preocupando com bobagens por Jesus para ter mais espiritualidade,
Contei essa verdade a todo mundo e o umbiguismo se expandiu.
Milhares de crentes estão se fortalecendo (porque também prego sobre a salvação)
Mas a Igreja está se dividindo por bobagens,
Os umbigos de Adão e Eva eram internos ou externos, o que isso importava para eles?7
Os cristãos que se preocupam com ninharias acabam destruindo igrejas.”
Trecho retirado da obra “QUANDO OS ANJOS SILENCIARAM” de MAX LUCADO
Adão e Eva tinham umbigos ou só uma marca no lugar?
Os outros ficam acordados à noite ou só eu fico?
Pensando nessa questão que atormenta a humanidade
Hummmmmmmmmmmmmm!
O umbigo faz parte da criação, como pude ser tão cego?
Vou fundar uma igreja e falar dessa minha doutrina
Porque Adão e Eva tinham umbigos e serei capaz de provar.
Sei que "Deus é amor" e "Jesus salva", mas o que dizer sobre essa verdade?
Encontrei a resposta no ano passado em 1 João capítulo 2:
Procure a verdade, a verdade o libertará,
Espere em Deus com toda a sinceridade
E assim alcançará o mais alto posto no Cristianismo.
Quando você se tornar um umbiguista, seus olhos finalmente verão
Que Adão e Eva tinham umbigos, é o que lhe digo agora
Sim, estou me preocupando com bobagens por Jesus e isso é bom,
Estou levando você a enxergar o que você não consegue,
Estou me preocupando com bobagens por Jesus para ter mais espiritualidade,
Contei essa verdade a todo mundo e o umbiguismo se expandiu.
Milhares de crentes estão se fortalecendo (porque também prego sobre a salvação)
Mas a Igreja está se dividindo por bobagens,
Os umbigos de Adão e Eva eram internos ou externos, o que isso importava para eles?7
Os cristãos que se preocupam com ninharias acabam destruindo igrejas.”
Trecho retirado da obra “QUANDO OS ANJOS SILENCIARAM” de MAX LUCADO
Postagem inicial (Luz e Sal da Terra)
Olá a todos, este é o primeiro artigo postado no Igreja Ativa.
Onde está a luz e o sal? Será que não ouvimos os gemidos, pedidos do Espírito? Não nos sensibilizamos com sua dor? Ele está clamando para sua igreja não se calar e estamos ignorando-o, falamos que amamos Deus, que Jesus é tudo para nós, mas fechamos nossos ouvido para seu Espírito.
Ele não estar atrás de meros espectadores, mas de valentes que mudem o rumo de vidas, nem medíocres que pensam que o simples fato de dizer que o amam agrada-no, muito menos de pessoas que se contentam em chorar todos os cultos, o Espírito está atrás daqueles que querem entregar suas vidas por completo e que buscam isso.
Devemos parar de ouvir os nossos próprios pensamentos, desejos, sonhos, para ouvir a voz do Santíssimo que clama a nós, Sua Igreja. Você não consegue ou não pode ouvir, sentir sua voz, sua tristeza? Como, se Ele habita em nós? Devemos nos esforçar um pouco mais para escutarmos seu gemido dentro do nosso espírito. Temos que fazer o máximo possível por aquele que investe em nossas vidas, sermos seus amigos para escutarmos Suas decepções, alegrias.
Não devemos nos calar se não o Espírito Procurará alguém que o ouça e aquilo que Ele tinha para nós dará a outro que O queira a esses Ele se revelará profundamente.
A fé sem obras é morta. Nunca é muito, sempre é pouco.
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